Nos últimos anos, especialmente após a democratização de acesso aos smartphones e tablets, a literatura digital começou a ocupar novos espaços, saindo apenas da tela dos computadores pessoais. Os aplicativos se tornaram mais comuns, gerando uma interação mais direta entre o público infantil e as diferentes obras digitais que elas podem ter acesso. Um exemplo bastante claro é o aplicativo Crianceiras, o qual é baseado no projeto de Márcio de Camillo de musicalização de poemas de Manoel de Barros:
Ele permite que as crianças assistam vídeos animados das canções, acompanhando as letras, como também leiam poemas e participem de atividades para aumentar seu vocabulário.
Outro exemplo é o livro interativo Marina está do contra, o qual também conta com seu aplicativo. Neste caso, há três opções: o público pode ouvir a história contada pela cantora Tiê, pode realizar uma gravação feita pelos pais ou, por fim, pode gravar a própria criança contando a história. O aplicativo também conta com pequenas atividades de interação.
Também temos o aplicativo Via Láctea. Esse não é voltado especificamente ao público infantil, mas possui abertura que que este também o utilize se for de interesse dos pais ou da própria criança. Ele permite uma experiência interativa com o poema “Via Láctea”, de Olavo Bilac, criando um jogo entre som, imagem e palavra muito próprio das criações de hipermídia e de literatura digital:
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